Morus - Utopia e Renascimento

A revista MORUS - Utopia e Renascimento foi fundada em 2004 por Carlos Berriel, seu editor, professor de Literatura da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e por seu grupo de estudos sobre Renascimento e Utopia (CNPq). Ela é coeditada por Ana Cláudia Romano Ribeiro (UNIFESP) e Helvio Moraes (UNEMAT). A revista congrega estudiosos oriundos de universidades nacionais e internacionais e com muitos deles organiza congressos, resultantes de parcerias acadêmicas. Interessam à revista estudos sobre o problema da utopia (em quaisquer épocas históricas) e sobre temas relativos ao vasto período que a historiografia do século XIX denominou Renascimento. A revista MORUS também publica traduções de estudos, bem como de textos literários. Plurillíngue, a revista publica em português, francês, italiano, inglês e espanhol. Cada número traz um dossiê temático, além de artigos avulsos.

  


v. 11, n. 2 (2016): Dossiê: Traduções brasileiras de obras do Renascimento (parte II)


Capa da revista
A Morus 11, número 2, traz a segunda parte do dossiê "Traduções brasileiras de obras do Renascimento", organizado por Ana Cláudia Romano Ribeiro (UNIFESP) e Helvio Moraes (UNEMAT). 

No dossiê, artigos, traduções e apresentações de Mauri Furlan, Bianca Fanelli Morganti e Sérgio Xavier Gomes de Araújo, Leandro Dorval Cardoso, Fernanda Suely Muller e Lívia de Lima Mesquita, Yvone Greis, Tiago Augusto Nápoli e Adriano Scatolin, Maria Célia Veiga França, Karina Gusen Mayer,  Fabrina Magalhães Pinto e Renato Ambrosio sobre suas traduções de, respectivamente, Tradução de línguas (Interpretatio linguarum), de Lawrence Humphrey, a epístola Familiar 1.2 de Petrarca, a Utopia, de Thomas More, Il Cesano, de Claudio Tolomei, um capítulo de Alector ou le coq, de Barthélemy Aneau, que descreve uma cidade imaginária, The Unfortunate Traveller: or, The Life of Jack Wilton (O viajante infeliz, ou a vida de Jack Wilton), de Thomas Nashe, O elogio da cidade de Florença (Laudatio Florentinae Urbis) e o Sobre a correta tradução (De Interpretatione Recta), ambos de Leonardo Bruni.

Na seção "Monografia", temos "The Prince of Utopia, Thomas More's utopia and the Low Countries", de Maarten Vermeir.

Nos "Artigos avulsos", temos "Viagem à Lua: utopia, viagem imaginária e o mundo de ponta-cabeça em Cyrano de Bergerac", de Silvia Liebel; "The Man in the Moone: missionação anglicana e imperialismo britânico no governo dos primeiros Stuart", de Bruna Pereira Caixeta; "A Cocanha de Hans Sachs", de Júlia Ciasca Brandão; "La donna, la famiglia e l'educazione nell'utopia di Ludovico Zuccolo", de Katia Senjic; e "Osíris e o fim do Renascimento", por Nicola Gardini.

Na seção de resenhas, Lavinia Silvares apresenta a primeira edição brasileira anotada de Os dois primos nobres, de William Shakespeare e John Fletcher, por José Roberto O’Shea; Márcio Henrique Vieira Amaro resenha o Lessico critico dell'Orlando Furioso, de Annalisa Izzo.   

Capa: ilustração de Malapeau para os "Songes drôlatiques de Pantagruel de Mr François Rabelais", Paris, Sallior succ. de Didot & Perrier An V, 1797.