O elogio dos Garamantes, de Mambrino Roseo (1543)

Carlos Eduardo Ornelas Berriel

Resumo


O editor desta revista apresenta a tradução para o português de O Elogio dos Garamantes, de Mambrino Roseo, uma das utopias italianas do século XVI. Este escrito pretende demonstrar, em estilo altamente característico do período, aquilo que convém a um príncipe — trata-se de um espelho de príncipes. Admoesta o autor ao hipotético leitor a exigência de liberar-se das paixões, de desfazer-se dos vícios, para bem viver no consórcio civil; e, assim, moralmente livre, poder abraçar a sujeição a Deus e ao Príncipe, que seria, portanto, a servidão voluntária. Um dos interesses desta peça literária é demonstrar como o sentido utópico era comum no Itália do Cinquecento. Desta forma a Revista Morus dá continuidade ao seu projeto de ampliar a biblioteca de obras utópicas em língua portuguesa.


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