Thomas More, utopista malgré lui

Jorge Bastos da Silva

Resumo


Este ensaio tem por objectivo reapreciar o problema da posição de Thomas More na tradição da escrita utópica tomando como ponto de partida a sua situação no contexto dos géneros literários do século XVI. A nossa tese principal é que Utopia não é de todo uma utopia. Interessa-nos o modo como o livro se apresenta enquanto artefacto literário adentro da cultura literária e filosófica do Renascimento, e bem assim as dinâmicas de canonização que fizeram tomá-lo por texto fundador da tradição da utopia literária.


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